quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Como informado na edição de ontem do Panorama do Vale, os portadores de doenças renais crônicas do Assú não precisam mais viajar para Mossoró ou Natal para se submeterem aos necessários tratamentos: a Clínica de Diálise do Vale do Açu, no bairro IPE, que permaneceu durante muito tempo inativa foi restabelecida. A secretária municipal de Saúde, Lucianny Edja Guerra de Massena, frisou que este foi um esforço ao qual o prefeito Ivan Júnior vinha se dedicando desde o princípio de sua gestão.


A secretária municipal declarou que, desde 2009, o prefeito expressou sua preocupação no sentido de restabelecer um canal de diálogo com os proprietários do centro de diálise no intuito de fazê-lo voltar a funcionar. A secretária informou que o município conseguiu no último dia 10 de dezembro obter o credenciamento junto à Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que é o fórum de negociação entre o Estado e os municípios na implantação e operacionalização do Sistema Único de Saúde (SUS).


Com esta credencial a prefeitura pôde firmar parceria com a unidade de diálise local. Pacientes já estão sendo atendidos desde ontem (04).


A Clínica de Diálise do Vale do Açu possui capacidade para atender a 200 pacientes por mês. Ontem, primeiro dia de operação, a Clínica atendeu a 23 pessoas portadoras de doenças renais crônicas. Segundo a secretária, são pessoas de Assú e de outros municípios vinculados à 8ª Região Administrativa de Saúde – composta por 11 cidades. Além do atendimento gratuito, a Prefeitura custeia o transporte para os pacientes.


Praticidade

O prefeito Ivan Júnior registrou que, inegavelmente, com o restabelecimento da funcionalidade na unidade de diálise em Assú haverá mais oferta de conforto, comodidade e segurança aos pacientes portadores de doenças renais crônicas do município que, atualmente, têm que ser deslocados para outros centros – Mossoró e Natal – para submeterem-se ao tratamento necessário e indispensável.


Hoje, o translado dos pacientes para estes centros, com acompanhamento profissional, é totalmente custeado pelo poder público, e vai perdurar enquanto existir pacientes atendidos nestes outros centros.


Com informações da Assessoria de Comunicação da PMA

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