segunda-feira, 7 de março de 2011

Conforme dados colhidos pela equipe de combate à dengue do governo do Rio Grande do Norte, do início do ano até a última sexta-feira (04) foram notificados 2.562 casos da doença em todo o Estado, um número mais de 600 vezes maior que no mesmo período de 2010, quando foram detectados 322 casos da doença.

Com base nessas informações, a Prefeitura do Assú, através da Secretaria de Saúde, está realizando um trabalho de rastreamento e controle dos focos do mosquito transmissor da dengue, para evitar que a doença se espalhe pelo município.

A Secretária de Saúde, Lucianny Edja Guerra de Massena, já agendou com o órgão responsável uma reunião para o dia 15 de março, com o objetivo de trazer para Assú um carro-fumacê. “Sabemos que essa é uma medida emergencial, que só é utilizada quando o índice da infestação está muito alto, que não é o caso de Assú, mas estamos preocupados e vendo o alastramento em alguns municípios” afirmou a secretária.

O diagnóstico precoce da doença é importante para que os quadros não evoluam ocasionando problemas mais sérios aos pacientes, portanto a secretária orienta a população que ao apresentar os sintomas da doença procurem imediatamente os postos de saúde para receber os primeiros atendimentos. Entre o terceiro e o quinto dia de sintomas deve-se procurar o setor de endemias do município, para realizar exame de sangue e assim poder fazer o isolamento viral e diagnosticar qual o tipo de vírus que está circulando no município.

Lucianny Massena, afirmou ainda que a dengue só será controlada com a colaboração de todos e pediu empenho à população para que não venha a desenvolver uma epidemia da doença como aconteceu em anos anteriores.

MEDIDAS PREVENTIVAS

Para que o Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença, não se prolifere podemos tomar algumas medidas preventivas:

Evitar água parada;

Sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que acumulam água;

Manter totalmente fechadas cisternas, caixas d'água e reservatórios provisórios tais como tambores e barris;

Furar pneus e guardá-los em locais protegidos das chuvas;

Guardar latas e garrafas emborcadas para não reter água;

Limpar periodicamente, calhas de telhados, marquises e rebaixos de banheiros e cozinhas, não permitindo o acúmulo de água;

Jogar quinzenalmente desinfetante nos ralos externos das edificações e nos internos pouco utilizados;

Drenar terrenos onde ocorra formação de poças;

Não acumular latas, pneus e garrafas; Encher com areia ou pó de pedra poços desativados ou depressões de terreno;

Manter fossas sépticas em perfeito estado de conservação e funcionamento;

Colocar peixes barrigudinhos em charcos, lagoa ou água que não possa ser drenada;

Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos, mantendo-os desobstruídos;

Manter permanentemente secos, subsolos e garagens e não cultivar plantas aquáticas.

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