sexta-feira, 6 de maio de 2011

Acusado de pedofilia por um menino de 10 anos, o pároco de Ipanguaçu, José Irineu da Silva, foi afastado da paróquia no último final de semana. O padre alega inocência, porém, para o delegado de Assú, Caetano Baummam, já há indícios suficientes para pedir à Justiça sua prisão preventiva.

De acordo com matéria publicada hoje no Jornal de Fato, assinada pelo jornalista Magnos Alves, o boletim de ocorrência que acusa o padre de ter estuprado o menor, foi registrado na delegacia de Ipanguaçu no último dia 29 de abril. O caso, segundo relatos do menino e de sua mãe teria ocorrido no último dia 28 de abril, na comunidade de Arapuá, na zona rural de Ipanguaçu.

Para a mãe da vítima, só não aconteceu o pior porque seu filho correu ao ser tocado em suas partes íntimas pelo religioso, enquanto se preparava para participar de sua primeira eucaristia, no interior da capela de São José Operário. Segundo a matéria de Magnos Alves, a mãe do menino contou em depoimento que procurou o padre logo após o ocorrido e teria recebido dele a resposta: "a carne é fraca".

O delegado Caetano Baumam disse ao jornalista que a criança contou com riqueza de detalhes o que teria acontecido dentro da capela, levando a crer que o padre realmente tenha cometido o crime do qual nega ser culpado.

Em seu depoimento, o padre José Irineu disse que o garoto passou mal quando se preparava para participar da solenidade de primeira eucaristia e, quando ele percebeu que a criança iria cair tentou segurá-lo, tendo suas mãos tocado as nádegas do menino acidentalmente.

"A legislação agora prevê que nesse caso, vítima de apenas 10 anos, o simples toque caracteriza estupro de vulnerável", esclareceu o delegado Caetano, que disse desconhecer outros casos do tipo envolvendo o padre.

A Arquidiocese de Natal, à qual pertence a paróquia de Ipanguaçu, anunciou que está aguardando a conclusão das investigações para que tome, caso seja necessário, as devidas providências.

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  1. eu acredito na inocencia do padre,pois precisa-se de testemunhas que tenham visto o suposto ato de pedofilia,para que se prove o contrario.

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