segunda-feira, 18 de julho de 2011

Mais lama no Ministério dos Transportes. Matéria do jornal “O Estado de São Paulo” mostra um esquema que envolve empresas de fachada e documentos falsos em contratos que somam R$ 31 milhões de dinheiro público. Os contratos são para fornecer funcionários em áreas estratégicas, incluindo obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em pelo menos 20 Estados e no Distrito Federal.

A matéria afirma que as pessoas contratadas pelas empresas de fachada, a Alvorada e a Tech Mix, são escolhidas pelo PR (Partido da República), partido que comanda o Ministério dos Transportes, para trabalhar na gestão de obras sob suspeita de corrupção. O processo de assinatura dos contratos passou pelo alto escalão do Dnit e da Valec envolvido na crise de irregularidades nos Transportes. O dono da Tech Mix é marido da dona da Alvorada.

Leia a matéria completa clicando aqui.

Memória

A crise nos Transportes começou há duas semanas, após reportagem da revista Veja revelar a existência de um esquema de corrupção na pasta, tendo como foco principal o Dnit. Logo em seguida, o governo anunciou o afastamento de Pagot e de Juquinha - o chefe de gabinete do ministério, Mauro Barbosa, e o assessor Luiz Tito também foram afastados no mesmo dia.

O então ministro Alfredo Nascimento pediu demissão dias depois. Na sexta-feira, foi a vez de o diretor executivo do Dnit, José Henrique Sadok de Sá, perder o cargo, após o jornal “O Estado de São Paulo” revelar que a construtora da mulher dele ganhou R$ 18 milhões em obras de rodovias federais vinculadas a convênios com o Dnit.

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