sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

No Irã, o jovem pastor evangélico Youcef Nadarkhani (foto), 34 anos de idade, pode ter recebido uma ordem final de execução por abandonar o Islamismo e se recusar a negar o Cristianismo. Preso em outubro de 2009, quando tentava registrar sua igreja n a cidade de Rasht, Youcef foi acusado de questionar a supremacia muçulmana, tentando evangelizar muçulmanos, e de abandonar o islamismo.

A informação sobre a ordem final, divulgada pela Fox News e pelo Observatório dos Direitos Humanos ainda não foi confirmada oficialmente. Instituições como a Anistia Internacional tentam verificar sua veracidade. “Uma sentença de morte enviada para execução pelo Poder Judiciário sugere que a pessoa está em risco iminente de execução. Se ela tiver sido enviada isso é muito preocupante", afirmou Faraz Sanei, pesquisador do Observatório dos Direitos Humanos no Irã.

Nesta quinta-feira (23), a presidência norte-americana condenou a postura do governo iraniano e solicitou a liberdade do Pastor Nadarkhani. “Esta ação é mais uma violação chocante das obrigações internacionais do Irã, de sua própria constituição e seus valores religiosos”, diz o comunicado emitido pela Casa Branca. “Os Estados Unidos se solidarizam com o Pastor Nadarkhani, sua família e todos aqueles que procuram praticar sua religião sem medo de perseguição - um direito fundamental e universal humano", diz ainda o documento.

O Islamismo é a reIigião oficial do Irã. Estima-se que 98% de sua população seja muçulmana.

De acordo com a Anistia Internacional, o Pastor Naderkhani é pastor evangélico há pelo menos 10 anos e se tornou cristão na adolescência e afirma nunca ter praticado os costumes islâmicos, apesar de ser filho de muçulmanos.

Com informações do site The Huffington Post

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