sexta-feira, 9 de março de 2012

Parece que o PMDB conseguiu o que queria. Descontentes, sentindo-se desvalorizados, a bancada do partido mobilizou-se e infligiu uma derrota política pessoal à presidente Dilma Rousseff na quarta-feira (07), com a rejeição no Senado de sua indicação para a direção-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Resultado: Temer foi chamado na manhã de ontem ao Palácio do Planalto, onde, segundo informações do jornal O Estado de SP, ouviu de Dilma um pedido de ajuda para retomar o diálogo com o Congresso e acalmar os ânimos da base aliada.

A manobra, que provocou até o adiamento para abril da votação do Código Florestal, inicialmente prevista para ser realizada na semana que vem, criou um clima de tensão como nunca antes sentido na atual gestão do governo federal.

Como não se deve combater fogo com fogo. Dilma conduziu com tranquilidade a conversa com Temer e deu uma prova concreta de que deseja aprimorar a relação política com os aliados. “Respeito a decisão do Senado e é preciso retomar o diálogo com o Congresso”, disse à Temer.

O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), destacou que os 36 votos contrários ao governo foram a prova de que a divisão do PMDB se estendeu a outras bancadas. Calheiros, explicou ainda que a queixa mais generalizada é a falta de interlocução. “Não há uma reclamação concreta, de pedido de cargo por exemplo. É uma coisa mais genérica.”

Na verdade, os peemedebistas se queixam é que Dilma privilegia o PT. Pedem atenção, como uma simples informação da liberação de um projeto para a base eleitoral de um político, ou gestos aparentemente mais prosaicos, mas de grande relevância política, como descer do avião junto com a presidente no respectivo Estado.

Com informações do jornal O Estado de SP

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