segunda-feira, 14 de maio de 2012


A matriz energética mais limpa, a discussão da desertificação na região Seridó e o bioma da caatinga são temas que o Rio Grande do Norte deve levar como contribuição para a Conferência das Nações Unidas Sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, a ser realizada de 13 a 22 de junho no Rio de Janeiro. Essa foi a conclusão a que chegou a audiência pública Rio + 20 promovida nesta segunda feira na Assembleia Legislativa, numa proposição do deputado Gilson Moura – PV.

“A Assembleia Legislativa está dando a sua contribuição discutindo o que devemos dar como colaboração para o novo modelo de desenvolvimento econômico com preservação do meio ambiente”, afirmou Gilson Moura.


Um dos conferencistas da audiência, o ex-deputado federal José Paulo Tóffano disse que é preciso que, no novo modelo a ser discutido no Rio de Janeiro, não seja feita apenas uma maquiagem. “Precisamos defender uma economia verde inclusiva, com desenvolvimento econômico e preservação dos recursos naturais”.

O coordenador do curso de Gestão Ambiental da UNP, professor Thiago de Paula disse que é um pensamento errado servem apenas para atender as nossas cidades. “É preciso que o modelo de desenvolvimento melhore a qualidade de vida das pessoas, sem aumentar o uso dos recursos naturais além da capacidade de suporte do planeta”.

A mesa diretora da audiência foi presidida pelo deputado Gilson Moura e contou com a presença de José Paulo Tóffano; presidente do IDEMA, Gustavo Szilagyi; secretário municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, Bosco Afonso. Thiago Felipe; diretor do Instituo de Gestão de Águas do Rio Grande do Norte-IGARN, Elias Alves e Rivaldo Fernandes, dirigente do PV.

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