segunda-feira, 11 de junho de 2012


- O Globo: Cachoeira intermediou venda da casa de Perillo
(O bicheiro Carlinhos Cachoeira participou diretamente da venda da casa do governador Marconi Perillo, em condomínio de luxo, em Goiás, e chegou a ordenar ao ex-vereador Wladimir Garcez, outro intermediário da negociação, que o dinheiro fosse levado para Perillo no Palácio das Esmeraldas, sede do governo de Goiás. Gravação da Polícia Federal obtida pelo GLOBO mostra que Cachoeira acertou detalhes da venda do imóvel no dia anterior ao registro da escritura. O bicheiro diz a Garcez: “Vende esse trem hoje, hein. Pega o dinheiro logo, urgente.” E completa: “Fala: É pro governador. Vamos lá pagar ele logo no palácio.” Marconi Perillo será ouvido amanhã na CPI do Cachoeira)

- Folha de São Paulo: Em 8 anos, Brasil gasta R$2 bi com ação no Haiti
(A operação militar do Brasil no Haiti, prevista inicialmente para durar seis meses e custar R$ 150 milhões, completou oito anos no início deste mês a um preço de R$ 1,97 bilhão. Esse total equivale a mais de seis vezes o que foi gasto com a Força Nacional entre 2006 e 2012 e a dois anos de despesas do Pronasci, o principal programa de segurança pública da União)

- O Estado de São Paulo: Resgate evita intervenção na Espanha, mas crise continua
(O pacote de socorro de até € 100 bilhões aprovado pela União Europeia e pelo Banco Central Europeu para recapitalizar o sistema financeiro da Espanha não resolveu a crise das dívidas e fragilizou o primeiro-ministro, Mariano Rajoy. O chefe de governo comemorou “ter evitado uma intervenção” no país, mas admitiu que, apesar da ajuda, a crise na Espanha deve piorar. O país permanecerá em sua segunda recessão em três anos e mais espanhóis vão perder seus empregos - uma em cada quatro pessoas já está desempregada. O premiê vem sendo criticado internamente por sua gestão de crise e deve ter de se explicar ao Parlamento. As circunstâncias da ajuda à Espanha provocaram insatisfações em Portugal. Líderes da oposição querem que o governo renegocie seu pacote, de € 78 bilhões. Analistas consideram que, apesar do acordo espanhol, a situação dos bancos europeus continua difícil)

- Correio Braziliense: Algemado, preso some da Superintendência da PF
(Às 13h de ontem, um traficante de drogas, detido no Aeroporto Internacional de Brasília, desapareceu do prédio da Superintendência Regional da Polícia Federal. Equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar, inclusive com helicópteros e cães farejadores, foram acionadas para ajudar nas buscas, mas até as 22h30, o fugitivo não havia sido localizado)

- Valor Econômico: Investimento público em transportes segue travado
(Apesar da ênfase dada pela presidente Dilma Rousseff, os investimentos públicos no setor de transportes não estão saindo do papel. A execução orçamentária nos primeiros cinco meses do ano está bem aquém da autorizada pelo governo, que conta com esses gastos para impulsionar a economia)

- Estado de Minas: Um usuário internado à força a cada dois dias
(Quase 80% dos 210 pacientes internados em Minas por ordem judicial desde julho de 2011 são dependentes químicos, principalmente de crack. O número de usuários levados para clínicas pela primeira vez também está aumentando, segundo a Secretaria de Saúde. Hoje, a comissão especial de enfrentamento do crack lança um plano de ações para avaliar as internações involuntárias (a pedido de terceiros) e compulsórias (judiciais) e definir acompanhamento pós-tratamento. A medida se justifica pelo baixo índice (3%) de eficácia da abordagem, devido à falta de políticas públicas de reinserção do dependente na família e na sociedade. É o caso, por exemplo, de um usuário que ficou seis meses em hospital e teve recaída dois dias depois da alta)

- Jornal do Commercio: Justiça amplia direito de licença de mães adotivas (Pernambuco)
(INSS terá que conceder benefício de 120 dias, independentemente da idade do filho. Antes quanto mais velha a criança, menos dias de salário-maternidade)

- Zero Hora: Mortes no trânsito caem 6% no Estado (Rio Grande do Sul)
(Trinta e oito vidas foram poupadas em 2012, em comparação com os primeiros quatro meses de 2011. Rigor na fiscalização e integração entre órgãos explicam redução)

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