domingo, 17 de junho de 2012


Reportagem especial do jornal Correio Braziliense traz impressionantes relatos da presidente Dilma Rousseff sobre as muitas sessões de tortura sofridas nos porões da ditadura no Rio, em São Paulo e em Minas Gerais. Mesmo amigos próximos de Dilma alegam desconhecer, até então, várias dessas passagens.

“Geralmente me ameaçavam de ferimentos na face. Me deram um soco e o dente se deslocou e apodreceu. Só mais tarde, quando voltei para São Paulo, o Albernaz (o implacável capitão Alberto Albernaz, do DOI-Codi de São Paulo) completou o serviço com um soco, arrancando o dente”, diz um trecho do depoimento dado ao filósofo Robson Sávio, que colheu o depoimento de Dilma, então  secretária de Minas e Energia do Rio Grande do Sul, no ano de 2011, para os arquivos do Conselho de Direitos Humanos de Minas Gerais.

“As marcas da tortura sou eu. Fazem parte de mim”, definiu Dilma.

Para ler a reportagem completa, clique nos links abaixo:



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